Mãe: até Deus quis ter uma

Alguns anos atrás presenciei a cena de um jovem — juveníssimo — aspirante a Arauto do Evangelho, pedindo ao Mons. João Clá uma sugestão para o cartão que enviaria por ocasião do Dia das Mães. Percebia-se que o jovem queria expressar todo afeto que tinha pela mãe, mas que este afeto era tão grande que ele não encontrava as palavras adequadas para exprimi-lo.

O Mons. João Clá, sempre solícito e afável, ouviu o jovem e passou a ditar.
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As cores que a gente via quando era criança

As recentes cenas de rigoroso inverno no hemisfério norte fizeram-me lembrar uma expressão que expressa bem uma realidade em que todos já vivemos um dia… e gostaríamos de nunca tê-la deixado. Depois da citação o leitor verá qual é essa realidade.

Num livro sobre a Rússia pouco antes do domínio comunista (1) o autor se imagina chegando a Moscou nos primeiros dias de janeiro. Fazia um frio que nós brasileiros não temos ideia do que seja: 40 o negativos, e devido a neve e o gelo abundante os “carros” puxados a cavalo não tinham rodas mas patins semelhantes aos que usam os esquiadores.

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Minas Gerais, palco de sacrilégio à Eucaristia

(Com base em informações do destacamento da Polícia Militar em Fama — simpática cidade situada às margens da represa de Furnas)

Na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, logo cedo no dia 2, último, o Pároco alertou a Polícia que o Sacrário desaparecera da igreja contendo as hóstias consagradas. Depois de buscas, para surpresa geral, o Sacrário — apesar do peso, pois é de metal — foi visto flutuando próximo à margem da represa de Furnas que banha a cidade. Continue reading

AINDA HÁ TEMPO?

A simples enumeração das crises, crimes, guerras e de tantas ameaças que pairam sobre a humanidade hoje seria suficiente para configurar a gravidade do momento presente. “Tudo parece perdido!” — pensam muitos… mas não se olharmos com os olhos da fé… É o que nos mostra o Mons. João Clá, Fundador e Superior dos Arautos do Evangelho, nas considerações a seguir.
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O RELÓGIO DE GULLIVER

relog-divulgIa começando este post dizendo mais ou menos o seguinte: “Como é de conhecimento geral…”, mas pelo que relatam a respeito dos hábitos de leitura das gerações mais recentes, vejo que não é o caso de fazer assim.

Seria para transmitir observações que ouvi relacionando um episódio das “Viagens de Gulliver” com os dias atuais.

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