Escravidão que liberta

Quando pensamos em corrente, imaginamos logo uma prisão e a inerente privação da liberdade, esquecendo-nos de ser ela mais comumente utilizada como instrumento de proteção. A título de exemplo, citemos o seu uso marítimo: como meio de evitar que os grandes barcos sejam arrastados ao capricho das ondas, eles são amarrados junto ao cais ou a âncoras solidamente fincadas no fundo do mar.

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Maria, a melhor expressão da Misericórdia de Deus

          Virgem Maria recém nascida

Quatro mil anos! Sim, quatro mil anos os justos do Antigo Testamento esperaram a vindo do Salvador prometido desde a queda de nossos primeiros pais, Adão e Eva. Suplicaram os Patriarcas, os Juízes, os Profetas, suplicaram enfim as almas santas que durante todo esse tempo viveram. Um dia a promessa teve seu início de cumprimento. E que início: nasceu Aquela que devia dar à luz o Salvador.

É precisamente essa Virgem que haveria de conceber e dar a luz um filho (cf. Is, 7, 14) cujo nascimento a Igreja comemora hoje em toda a terra: 8 de setembro, a Natividade de Maria.


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Os Anjos, nossos amigos

Pois eu só creio no que vejo!!

Logo a seguir tocou o celular de quem assim falara. Enquanto ele falava com alguém retive o que ia lhe responder, mas aproveitei a ocasião e fingindo-me de bobo, perguntei-lhe:

Como você sabia que alguém ligava para você?

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Perfume em frasco pequeno

O conhecido orador sacro e escritor, Pe. Antônio Vieira, assim conclui uma de suas cartas ao Rei de Portugal: “Perdoe-me Vossa Alteza a extensão desta carta, mas é que não tive tempo de fazer uma menor”.(1) E não é ironia. Muitas vezes, é mais difícil expressar resumidamente um pensamento do que expô-lo sem a preocupação de ser breve.

Essa frase do Pe. Vieira veio-me à memória a propósito de algo muito difícil de dizer em poucas palavras. Mas o Mons. João Clá conseguiu.


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AINDA HÁ TEMPO?

A simples enumeração das crises, crimes, guerras e de tantas ameaças que pairam sobre a humanidade hoje seria suficiente para configurar a gravidade do momento presente. “Tudo parece perdido!” — pensam muitos… mas não se olharmos com os olhos da fé… É o que nos mostra o Mons. João Clá, Fundador e Superior dos Arautos do Evangelho, nas considerações a seguir.
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