CONFIANÇA! UM IMENSO PERDÃO NOS ESPERA

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Ao lermos a parábola do filho pródigo, costumamos aplicá-la a pessoas que conhecemos. Mas, haveria um paralelo entre o filho pródigo do Evangelho e a situação trágica em que a humanidade se encontra?

O filho pródigo do Evangelho perdeu sua herança porque desejou gastá-la longe da casa do pai, e a humanidade parece ter perdido a luz da razão porque julgou-se capaz de usá-la sem Deus. E tendo dilapidado toda a “fortuna” de sua inteligência e liberdade, não estaria agora a humanidade reduzida a alimentar-se das “bolotas dos porcos”?

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As asas brancas da CONFIANÇA

ASAS BRANCAS

Eu tinha umas asas brancas,
Asas que um anjo me deu,
Que, em me eu cansando da terra,
Batia-as, voava ao céu.

Eram brancas, brancas, brancas,
Como as do anjo que mas deu:
Eu inocente como elas,
Por isso voava ao céu.

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Por trás das nuvens

O grande número de visitas e comentários ao primeiro post sobre a confiança [“Animar, esse dever urgente”, de 26 de setembro pp – Clique aqui para acessar o post], confirmaram a convicção que nos levou a começar esta série: para a maioria das pessoas hoje, uma grande necessidade é ter em que ou em quem confiar.

Prossigamos, portanto, nesse consolador empenho de termos sempre e cada vez mais confiança.

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