1 – Qualquer padre tem poder para benzer e impor na pessoa o Escapulário.
2 – Essa bênção e imposição valem para toda a vida, portanto, basta recebê-lo uma vez.
3 – Quando o Escapulário se desgastar, basta substituí-lo por um novo.
4 – Mesmo quando alguém tiver a infelicidade de deixar de usá-lo durante algum tempo, pode simplesmente retomar o seu uso, não é necessária outra bênção.
É o que desejamos aos nossos visitantes. E o Natal tem uma coisa curiosa: quem faz aniversário é o Menino Jesus e quem pode ganhar os melhores presentes somos nós; basta pedir a Ele.
Alguns anos atrás presenciei a cena de um jovem — juveníssimo — aspirante a Arauto do Evangelho, pedindo ao Mons. João Clá uma sugestão para o cartão que enviaria por ocasião do Dia das Mães. Percebia-se que o jovem queria expressar todo afeto que tinha pela mãe, mas que este afeto era tão grande que ele não encontrava as palavras adequadas para exprimi-lo.
As recentes cenas de rigoroso inverno no hemisfério norte fizeram-me lembrar uma expressão que expressa bem uma realidade em que todos já vivemos um dia… e gostaríamos de nunca tê-la deixado. Depois da citação o leitor verá qual é essa realidade.
Após uma forte chuva, ou mesmo depois do leve orvalho da madrugada, podemos contemplar gotas d’água refletindo a luz do Sol. Semelhantes a pequenas joias, tomam elas uma beleza própria que não tinham enquanto não refletiam tal luz.
(Com base em informações do destacamento da Polícia Militar em Fama — simpática cidade situada às margens da represa de Furnas)
Elas percebem as coisas muito mais a fundo — e mais rapidamente — do que se imagina.
A simples enumeração das crises, crimes, guerras e de tantas ameaças que pairam sobre a humanidade hoje seria suficiente para configurar a gravidade do momento presente. “Tudo parece perdido!” — pensam muitos… mas não se olharmos com os olhos da fé… É o que nos mostra o Mons. João Clá, Fundador e Superior dos Arautos do Evangelho, nas considerações a seguir.



