Maria Rainha

“(…) chegado à convicção de que seriam grandes as vantagens para a Igreja (…)com Nossa Autoridade Apostólica decretamos e instituímos a festa de Maria Rainha, para ser celebrada cada ano em todo o mundo”.

Com estas palavras o Papa Pio XII instituiu o que o coração de gerações de católicos ansiava: ver Nossa Senhora declarada Rainha. (1)

Por que este título? É apenas metafórico — como dizer que a rosa é a rainha das flores? Ou Maria Santíssima é realmente Rainha? Continue reading

Claridades sobre os montes

A igreja de Nossa Senhora dos Claríssimos Montes, erigida pelos Arautos do Evangelho vai ganhando rapidamente novas claridades.

Explico-me.

Num lapso de tempo relativamente curto, ainda sem a decoração artística completa, o número de fiéis que a frequentam é crescente. E os eventos também.

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Grandezas de Nossa Senhora

“Fez em mim grandes coisas Aquele que é poderoso e cujo Nome é santo” (Lc 1, 49). Assim reconhece Maria Santíssima as maravilhas que Deus lhe concedeu.

São Luís Grignion, faz o seguinte comentário no Tratado (1): “Os santos disseram coisas admiráveis desta cidade santa de Deus; e nunca foram tão eloquentes nem mais felizes, — eles o confessam — que ao tomá‑la como tema de suas palavras e de seus escritos. E proclamam que é impossível perceber a altura dos seus méritos, que Ela elevou até ao trono da Divindade; que a largura de sua caridade, mais extensa que a terra, não se pode medir; que está além de toda compreensão a grandeza do poder que Ela exerce sobre o próprio Deus; e, enfim, que a profundeza de sua humildade e de todas as suas virtudes e graças são um abismo impossível de sondar. Oh altura incompreensível! Oh largura inefável! Oh grandeza incomensurável! Oh abismo insondável!”

É sobre essas grandezas que trata o Mons. João Clá, Fundador dos Arautos do Evangelho, no vídeo abaixo.

 

(1) São Luís Grignion de Montfort, Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem, Ed. Vozes, Petrópolis, 46ª Edição, 3ª reimpressão, 2017, nº 7, p. 22.

 

Verdadeira liberdade

Uma das coisas mais tristes para quem busca modelar-se pela vontade de Deus é ver alguém escravizado por algum vício: a bebida, por exemplo.

Quem realmente procura a perfeição, sabe por experiência própria, que, pelo contrário, nada dá mais liberdade à alma do que o cumprimento dos Mandamentos. Por que? Continue reading

Consagração: participação na fé de Maria

São Luís Grignion de Montfort em seu Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem enumera os efeitos maravilhosos que a Consagração a Jesus pelas mãos de Maria produz na alma de quem a faz. Um desses efeitos – talvez o maior deles – é a participação da fé de Maria (1). Vejamos o quanto é sublime esta virtude em Nossa Senhora, da qual participamos ao nos consagramos a Ela. Continue reading

Dr. Plinio explica o que é a consagração a Nossa Senhora

A consagração a Jesus pelas mãos de Maria, ou escravidão de amor que ensina São Luís Grignion e que está se tornando cada vez mais numerosa não só no Brasil mais em todo mundo, nos é explicada de modo breve, mas muito preciso por Dr. Plinio Corrêa de Oliveira, mestre do Mons. João Clá, Fundador dos Arautos do Evangelho, em comentários que fez sobre esta devoção.

Diz Dr. Plinio:

“[A escravidão de amor] é um vínculo de dependência que nós aceitamos em relação a Nossa Senhora: nós A amamos tanto e temos n’Ela uma tal confiança, que nós queremos fazer tudo que Ela quer, como o escravo faz tudo o que seu senhor mandar. É uma dependência de amor; não é imposta pela força. É feita por amor.

Essa consagração não é um voto, não obriga sob pena de pecado. É um ato livre que cada um faz livremente, e vale na medida que for livre e a pessoa continue nessa consagração o tempo que queira.

No momento infeliz em que a pessoa não queira mais esse vínculo com Nossa Senhora é só chegar a Ela e dizer: ‘Mãe de Deus — já não vos digo minha Mãe —, tudo acabou’.

Mas o fato é que não há nem sequer pecado: cessado o amor, cessa o vínculo”.

Ilustração: Arautos do Evangelho