Nunca é nunca mesmo

Por vezes – infelizmente por muitas vezes – em nossa vida cotidiana, à mercê dos fatores de desordem cada vez mais crescentes, vários se sentem inseguros e até angustiados face a um futuro nada alentador em muitos aspectos. Não faltam “crises” em quase todos os campos: social, religioso, econômico, moral, afetivo, etc. Mas este “etc” é quase interminável…

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Pedras transformadas pela fé

         Catedral de Notre Dame – Paris

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“INÍCIO”

 

 

Erguidas há muitos séculos, elas nunca envelhecem, e continuam a exercer sua suave atração sobre todas as gerações. São uma amostra do alto grau de beleza que uma civilização pode alcançar quando é inspirada pela fé católica.

Quem as construiu? Grandes potentados? Reis? Continue reading

Verdadeira liberdade

Uma das coisas mais tristes para quem busca modelar-se pela vontade de Deus é ver alguém escravizado por algum vício: a bebida, por exemplo.

Quem realmente procura a perfeição, sabe por experiência própria, que, pelo contrário, nada dá mais liberdade à alma do que o cumprimento dos Mandamentos. Por que? Continue reading

Consagração: participação na fé de Maria

São Luís Grignion de Montfort em seu Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem enumera os efeitos maravilhosos que a Consagração a Jesus pelas mãos de Maria produz na alma de quem a faz. Um desses efeitos – talvez o maior deles – é a participação da fé de Maria (1). Vejamos o quanto é sublime esta virtude em Nossa Senhora, da qual participamos ao nos consagramos a Ela. Continue reading

Maria, Mãe de Jesus

Os grandes teólogos têm, a respeito de Nossa Senhora, uma expressão muito adequada: “De Maria nunca é demais se falar”. Por esta razão e pelo fato de que os afazeres do dia a dia podem diminuir em nós as convicções religiosas, damos um breve apanhado de alguns pontos referentes a Nossa Senhora, sem — nem de longe — pretender esgotar o assunto.

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Dr. Plinio explica o que é a consagração a Nossa Senhora

A consagração a Jesus pelas mãos de Maria, ou escravidão de amor que ensina São Luís Grignion e que está se tornando cada vez mais numerosa não só no Brasil mais em todo mundo, nos é explicada de modo breve, mas muito preciso por Dr. Plinio Corrêa de Oliveira, mestre do Mons. João Clá, Fundador dos Arautos do Evangelho, em comentários que fez sobre esta devoção.

Diz Dr. Plinio:

“[A escravidão de amor] é um vínculo de dependência que nós aceitamos em relação a Nossa Senhora: nós A amamos tanto e temos n’Ela uma tal confiança, que nós queremos fazer tudo que Ela quer, como o escravo faz tudo o que seu senhor mandar. É uma dependência de amor; não é imposta pela força. É feita por amor.

Essa consagração não é um voto, não obriga sob pena de pecado. É um ato livre que cada um faz livremente, e vale na medida que for livre e a pessoa continue nessa consagração o tempo que queira.

No momento infeliz em que a pessoa não queira mais esse vínculo com Nossa Senhora é só chegar a Ela e dizer: ‘Mãe de Deus — já não vos digo minha Mãe —, tudo acabou’.

Mas o fato é que não há nem sequer pecado: cessado o amor, cessa o vínculo”.

Ilustração: Arautos do Evangelho